
VALE DO ALÍVIO
Escutei um silvo
Não sonhei!
Eslava num dos vales do Alivio
Não viajava num planeta telúrico
Mas no País Alivio
Voava num veículo
Com a particularidade de voar e ser anfíbio
Atrelado a um par de corcéis
Sempre o soar Alivio
De outra órbita planetária
Onde amor soa a amarildo
Galáxia Sereneia
Na passagem do vale, trombetas em uníssono silvo
Avistando-se bonitos jardins de verdura e flores
Verdura frondosa de horto
Presentes amores
Sonhos, de inaudito gosto
Cultura de insondáveis e agradáveis olores
Os corcéis continuavam a voar no posto
Por entre nuvens, sobre plumas e flores
Soavam trombetas
Anunciando rotas de amores
Entre inúmeras facetas
Belos sonhos e vigores
Demonstravam os céus, os édens
Jardins de encantos, floridos
Vamos construir no planeta Terra
Com verdade, a réplica do Alívio?
Fora a maldade,
Brademos: Alívio!...
Voemos e nos esforcemos;
- Governantes e governados, esforcemo-nos nesse sentido
Voemos nos caminhos,
Nos trilhos do Alívio
Daniel Costa







