sábado, 14 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Fernando Melis na sexta feira Abrindo as Comemorações de 2 anos de Blog Espelhando Espalhando Amigos


A convite da Cátia – minha amiga querida e anfitriã dos colunistas do Espalhando –, venho aqui para comemorar o segundo aniversário deste festejado espaço, matar saudades dos leitores que acompanhavam minhas dicas de informática e receitas culinárias e deixar um abraço especial aos gatos-pingados que passaram a frequentar meu humilde site.
Colho o ensejo para lembrar que, de todas as versões do Windows, o Seven é a mais amigável – quem continua fiel ao (saudoso) XP não sabe o que está perdendo, e àqueles que tencionam migrar diretamente para o Eight (cujo lançamento comercial está previsto para o segundo semestre deste ano), recomendo baixar a bola: como diz um velho ditado hacker, os pioneiros são reconhecidos pela flecha espetada no peito.
Depois dessa singela – mas oportuna – “dica de informática”, passemos à receita culinária da vez, sem a qual esta postagem não estaria completa. Antes, porém, cumpre mencionar que sou paulistano “da gema”, mas sempre gostei muito do Rio e durante anos dividi meu tempo entre as duas cidades. Quando lá, sentia falta da pizza daqui (que considero a melhor do Brasil); quando cá, tinha saudade das casas árabes do Leblon, onde os quibes eram (quase) tão bons quantos os da minha finada tia Latifa. No entanto, mesclando diversas dicas e receitas, cheguei à seguinte "formula":
Ingredientes:
1 kg de patinho – bem limpo e moído duas vezes (prepare em seguida, para evitar que a carne perca o frescor e fique escura).
½ Kg de trigo para quibe (fino e de boa qualidade);
3 cebolas grandes;
4 dentes de alho;
2 colheres (sopa) de tempero árabe (canela, noz-moscada, cominho e pimenta da Jamaica, moídas e misturadas em partes iguais);
1 xícara (chá) de salsinha fresca;
1 xícara (chá) de hortelã bem fresquinha (use só as folhas);
Sal a gosto.
Preparo:
Lave bem o trigo (repita a operação até a água ficar limpa) e deixe de molho por aproximadamente 15 minutos. Enquanto isso, pique, processe ou bata no liquidificador o alho, as cebolas, a salsinha e a hortelã, junte a carne, regue com um fio de azeite extravirgem, acrescente o tempero árabe, acerte o ponto do sal e torne a processar por mais 30 segundos. Ao final, escorra a água, passe o trigo por uma peneira (ou pano limpo) e esprema até remover toda a umidade.
Neste ponto, existem duas possibilidades: Se você for fazer quibes crus ou de bandeja, junte toda a carne temperada e processada ao trigo lavado e escorrido, molhe as mãos em água gelada, misture até obter uma pasta homogênea, cubra com um pano e deixe no refrigerador por aproximadamente ½ hora. Já se a idéia for fazer quibes fritos, divida a carne em duas porções iguais, junte o trigo escorrido a uma delas e proceda conforme o tópico anterior. Enquanto a massa descansa na geladeira, derreta uma colher (sopa) de manteiga – com um fio de azeite para não queimar –, doure duas cebolas grandes raladas e cozinhe a metade remanescente da carne temperada e processada. Acerte o ponto do sal, adicione duas colheres de suco de limão, pimenta do reino a gosto e reserve.
Montagem:

Ao cabo dos 30 minutos, retire a tigela da geladeira, torne a molhar as mãos em água gelada e molde os quibes crus (ilustração à direita) no tamanho e formato desejados. Depois, decore cada um deles com uma folha de hortelã e sirva com pão sírio, cebola (em pétalas ou rodelas), limão (em gomos ou fatias) e azeite extravirgem à vontade.

Para o quibe de bandeja (ilustração à esquerda), divida a massa em duas partes, espalhe uma delas numa travessa refratária untada, adicione uma camada de cebola picadinha refogada na manteiga, cubra com a outra parte, pincele com manteiga manteiga, risque desenhos em forma de losango e leve ao forno (pré-aquecido a 180º) por cerca de 40 minutos ou até que a superfície fique dourada. Corte então os losangos e sirva quente, com o acompanhamento de sua preferência.
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Já para quibes fritos (ilustração à esquerda), molhe as mãos em água gelada, faça bolinhas de massa com aproximadamente 5cm de diâmetro, fure-as com o dedo indicador, rode-as na palma da mão até que assumam o formato de um pequeno ovo de páscoa, adicione o recheio que você preparou, feche as pontas e frite em óleo bem quente (ou congele para fritar em outra oportunidade).
Enfeite com folhas de hortelã e sirva com gomos de limão para espremer e pimenta tabasco (há quem prefira mostarda e ketchup).
substituir o recheio de carne moída
por uma colherada de requeijão ou por um Polenguinho sabor gorgonzola.
Um grande abraço a todos e até uma próxima oportunidade.
Fernando Melis
VISITE MEU BLOG HTTP://FERNANDOMELIS.BLOGSPOT.COM.BR
http://fernandomelis.blogspot.com.brquarta-feira, 11 de julho de 2012
Carlos Marins na quarta feira Abrindo as Comemorações de 2 anos de Blog Espelhando Espalhando Amigos: Otima Piada
No Psiquiatra
No consultório do psiquiatra,o médico entra em sua sala e encontra um
homem no chão que se arrasta de quatro com algo na boca.
O Psiquiatra indaga...
- Ah! Olha quem veio aqui hoje?É um gatinho?
O homem rasteja para outro canto.O médico o segue:
- Um cachorro?
Ele se rasteja até embaixo da mesa do médico e coloca a mão sobre o computador e vira-se para um buraquinho no chão puxando um fio...
O médico então se senta na sua poltrona e diz:
- Ok.Acho que realmente é um gato.Quer conversar sobre isso?
O cara tira da boca um rolo de fita isolante e diz...
'Olha,doutor,ou o senhor me deixa em paz ou não vou mais instalar essa porra dessa internet aqui! '
https://www.facebook.com/carlosmartins01
No consultório do psiquiatra,o médico entra em sua sala e encontra um
homem no chão que se arrasta de quatro com algo na boca.
O Psiquiatra indaga...
- Ah! Olha quem veio aqui hoje?É um gatinho?
O homem rasteja para outro canto.O médico o segue:
- Um cachorro?
Ele se rasteja até embaixo da mesa do médico e coloca a mão sobre o computador e vira-se para um buraquinho no chão puxando um fio...
O médico então se senta na sua poltrona e diz:
- Ok.Acho que realmente é um gato.Quer conversar sobre isso?
O cara tira da boca um rolo de fita isolante e diz...
'Olha,doutor,ou o senhor me deixa em paz ou não vou mais instalar essa porra dessa internet aqui! '
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terça-feira, 10 de julho de 2012
Quito Arantes nessa terça Abrindo as Comemorações de 2 anos de Blog Espelhando Espalhando Amigos: Olha para mim

Abre-me a porta
Desses mares
Onde te encontras
Por onde navegas
Onde eu quero estar
Olha! Olha para mim...
Com o teu olhar sem fim
Olha para mim...
Com o teu olhar sem fim
Olha para mim
Abre-me a porta
Desses mares
Onde te encontras
Por onde andavas
Navegando
Onde te quero encontrar
Olha! Olha para mim...
Com o teu olhar sem fim
Quito Arantes/Portugal
Catiaho Reflexo na Terça postando Rodrigo Lopes da Fonte Abrindo as Comemorações de 2 anos de Blog Espelhando Espalhando Amigos
quarta-feira, 11 de abril de 2012
CAIO FERNANDO ABREU A QUEM INTERESSAR POSSA
Conheci a literatura de Caio Fernando Abreu quando nem me imaginava a percorrer as salas de uma universidade.
O ano era o 2000 e eu, um garoto de 17 anos nem um pouco preocupado com o Bug do Milênio, estava no trem e vi, nas mãos de uma jovem normalista, o livro Morangos mofados. Fiquei curioso com o título. Lembro que por um bom tempo retive a imagem que aquelas duas palavras me suscitaram: a de duas mulheres bem velhinhas, morando juntas, embora se odiassem. Seria essa a história do livro?, me perguntava. Eu não tinha como obter a resposta: não existia Google naquele tempo. E internet, pelo menos para mim, era coisa de outro mundo.
Os anos passaram e eis que, tendo eu me esquecido completamente daquele incidente, me cai nas mãos Inventário do irremediável, primeiro livro do Caio em uma nova edição. Na contracapa, havia a lista dos seus outros livros. Dentre eles:Morangos. Pronto: ganhara minha atenção.
No meio do prefácio desta edição, Caio se diz “perigosamente influenciado por Clarice Lispector”. Foi nessa hora que me deu o segundo estalo de comunhão: não estou sozinho!
Corria já o ano de 2005 e desde 2001 eu me embrenhava na senda clariciana. Escrevia contos e mais contos (à máquina) absolutamente envoltos nas malhas literárias daquela mulher de olhos de pantera, mãos deformadas e “erres” afrancesados. Ali, naquele prefácio, era como se Caio dissesse: “Rodrigo, eu também”. Apenas isso: “eu também”.
Decidi ler Inventário do irremediável com os olhos de quem procura entender os motivos secretos de um companheiro. E me vi comentando com o Caio: “É, amigo, quem não?”. Porque realmente é difícil ler Clarice e não se ver completamente robotizado, dominado pelas suas palavras. Meu Deus, eu escrevia tão parecido, raciocinava tão parecido, que cheguei a pensar ser a reencarnação da própria.
“Quem não?”.
Foi quando vi a preciosidade que era a literatura de Caio Fernando Abreu. Embora assumindo-se clariciano, Caio conseguiu livrar-se do jugo da (nossa) mentora e andar com as próprias pernas – afirmar a sua poética, que pode não ser das mais originais e geniais, mas não deve nada à dos grandes nomes da nossa literatura. Também, quem pode achar que está fazendo algo espetacular na literatura brasileira depois de Clarice Lispector e Guimarães Rosa? É tolice. Esforço vão. Acho até que Caio foi muito esperto em perceber isso a tempo, antes de deixar que a sua arte lhe escorresse por entre os dedos graças a essa escalada-em-mãos-limpas-do-Monte-Everest que muitos doidos se acham capazes de fazer. Ninguém consegue. Não estou querendo desqualificar os outros escritores (novos ou antigos), nem colocá-los em um ranking de qualidade, mas, realmente, outra Clarice e outro Rosa não nascem mais. Assim como Joyce. Assim como Dali, Picasso, Beckett, Bergman, Truffaut.
Então, aqui estou eu, já graduado, tornando público – a quem interessar possa – um ensaio sobre um conto do Caio; um conto que se encontra em Morangos mofados. Apesar do título acadêmico que conquistei, não produzi este texto visando agradar apenas à Academia. É evidente que aqui e ali no meu texto será detectada uma linguagem própria de quem acabou se acostumando a ler e a produzir textos acadêmicos. Mas no geral, há, sim, a busca por uma linguagem menos emproada, com menos bolor acadêmico; uma forma de falar de literatura – ou de qualquer outro tema – de maneira mais solta, mais leve, mais sincera e, sobretudo, mais pessoal. Pode não agradar os que pensam que existe um modelo de crítica. Por outro lado, pode ser uma flecha que aponta algum caminho – não me pergunte qual. O importante é que eu senti um grande prazer em criar este texto, em me debruçar no conto escolhido, em escolher a dedo os teóricos com os quais eu iria dialogar. Isso, para mim, é o aprendizado que ficou dos anos que passei na Universidade Federal do Rio de Janeiro: a liberdade intelectual.
Pois veja: me dei o luxo de dizer “O texto do Caio tem um quê de existencialista, mas não estou com vontade de pegar Sartre, Heidegger e Cia”. Então me fiz de morto quanto a este aspecto do estilo do Caio e contemplei outros teóricos que me interessavam mais. Ando fascinado por algumas questões sociológicas, por exemplo. Peguei alguns autores dessa ciência. Como não? E Freud e sua psicanálise? Tadinho, também quis deixá-lo de lado dessa vez. Mas eis que me aparece, qual um clandestino, encolhidinho, na rebarba das teorias dos outros. Fiquei com pena: deixei-o participar da brincadeira, oras.
Assim é que concluo a primeira etapa de um planejamento antigo acerca dos autores contemporâneos nacionais. Este ensaio, que disponibilizo para o download, representa um esboço do que ainda está por vir; é um caminho, apenas. Não que eu o tenha escrito com desleixo e má-vontade: ao contrário. Porém tenho consciência de que é preciso dar mais alguns muitos passos até que eu atinja a linguagem, o estilo, que tenho em mente, que almejo.
Um outro ensaio já está em fase de “pesquisa”. Já tenho um nome, um escritor escolhido. É brasileiro, jovem, está produzindo magnificamente, já tem livro traduzido para vários idiomas e vem sendo chamado por alguns como o “principal nome da literatura sul-americana da atualidade”. Seu nome? É.... NÃO CONTO! Pelo menos por enquanto.
Por ora fiquemos com o Caio Fernando Abreu, ou Caio F., como ele gostava de ser chamado pelos íntimos e se autodesignava – como uma espécie de frágil pseudônimo –, em alusão à famosa personagem Christine F.
Enfim, este é o Caio. E este sou eu.
Acho que também consegui, de certa forma – não sem dor –, colocar a Clarice para descansar na estante e redescobrir a sinceridade da ponta dos meus próprios dedos.
Aos que baixarem o meu ensaio, boa leitura.
Desejo que sintam o mesmo prazer que tive ao produzi-lo.
“Axé, axé. Odara”
DOWNLOAD: basta clicar no link abaixo e depois, no site do sendspace, no quadradinho azul escrito "click here to start download".
Pode confiar: eu me certifiquei de que não tem vírus nem nada.
http://www.sendspace.com/file/fpm8yu
RODRIGO LOPES DA FONTE
RODRIGO LOPES DA FONTE
domingo, 8 de julho de 2012
Editorial da Maratona Poética de Domingo 08 de julho de 2012. Ótima postagem, boa leitura e bons comentários a todos. Deixo para todos nós essa música que o Lu do Medicina do Riso me mostrou em 2006 quando me apresentou a Banda o Teatro Mágico, quando meu filho que hoje é integrante da mesma, era só um menino aprendendo a tocar violão. O fato é que vivo um momento único entre sonhos e delírios
A Pedra Mais Alta
Me resolvi por subir na pedra mais alta Pra te enxergar sorrindo da pedra mais alta Contemplar teu ar, teu movimento, teu canto Olhos feito pérola, cabelo feito manto
Sereia bonita sentada na pedra mais alta To pensando em me jogar de cima da pedra mais alta Vou mergulhar, talvez bater cabeça no fundo Vou dar braçadas remar todos mares do mundo
O medo fica maior de cima da pedra mais alta Sou tão pequenininho de cima da pedra mais alta Me pareço conchinha ou será que conchinha acha que sou eu? Tudo fica confuso de cima da pedra mais alta
Quero deitar na tua escama Teu colo confessionário De cima da pedra não se fala em horário Bem sei da tua dificuldade na terra Farei o possível pra morar contigo na pedra
Sereia bonita descansa teus braços em mim Eu quero tua poesia teu tesouro escondido Deixa a onda levar todo esboço de idéia de fim Defina comigo o traçado do nosso sentido
Quero teu sonho visível da pedra mais alta Quero gotas pequenas molhando a pedra mais alta Quero a música rara o som doce choroso da flauta Quero você inteira em minha metade de volta
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Venho aqui e Olho pro amanhã dessa forma: com ALEGRIA!
Já caminhei muito tempo sem me dar conta do quanto é importante o que eu sei, quero e posso. Passei muio tempo dando prioridade a todos ao meu redor. Daqui pra frente meu olhar obedece a uma nova perspectiva, pois minha palavra de ordem é ALEGRIA.Não quero e não vou viver mais um segundo sem esse ingrediente essencial.. Experimentem e depois de contem o resultado. CatiahoAlc, terça feira 05 de janeiro de 2015










