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Minhas Frases preferidas desde sempre:

"A felicidade de um amigo deleita-nos.

Enriquece-nos. Não nos tira nada.

Caso a amizade sofra com isso, é porque (ela a amizade)

não existe."

Jean Cocteau

...

"Saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar."

Rubem Alves

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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Filé de frango grelhado com gorgonzola


Imagem: google.com

Ingredientes
- 4 filés de frango( cerca de 400 g no total)
- 4 colheres de sopa de azeite
- 1 xic de chá de queijo gorgonzola picado
- 4 colheres de sopa de leite
- sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
Modo de Preparo
• Lave os filés, seque-os com toalha de papel, retire as asparas e tempere com sal e pimenta-do-reino. Leve ao fogo uma frigideira de fundo grosso e deixe aquecer. Em seguida, coloque a metade do azeite de oliva na frigideira e deixe por mais 1 minuto.
• Acomode os filés de frango e grelhe-os por 10 minutos, ou até dourar dos dois lados. Retire os filés e disponha-os nos pratos.
• Na mesma frigideira, adicione o azeite de oliva restante, o gorgonzola e o leite. • Cozinhe, sem parar de mexer, por 3 minutos, ou até o queijo derreter. Acerte o sal, retire do fogo e distribua sobre os filés. Sirva imediatamente.

Fonte: Revista Água na Boca

Repostando em tempos de férias.

Vandalismo ou defeito da sociedade?




Um dia lindo, calmo, céu azul, sem nuvens. Tudo tranqüilo. O mundo parece seguir seu almejado destino de paz.
De repente, a notícia, que a todos aterroriza, revolta, choca: rapazes, de classe média, entram na escola em que estudavam - armados até os dentes - e atiram, matam, ferem... sem dó nem piedade. Nos EUA ou no Brasil, em qualquer lugar, corações se afligem. Nos noticiários angustiantes, atos semelhantes começam, dia após dia, a se suceder. Subitamente todos, - pais, educadores, juristas, psicólogos, sociólogos, leigos, cidadãos comuns - se interrogam: De quem é a culpa? De onde surge tanta crueldade, tanta insanidade? E será somente crueldade? Ou insanidade? Acaloradas discussões.
Partidos se formam a favor e contra tais ou quais teses. Todos porém, perplexos, anseiam por explicações . A escola, através dos tempos, sempre foi lugar seguro para nossos filhos. O local do saber, da cultura, da educação, foi profanado. Sofremos todos. Onde, afinal, a segurança? Nos lares, não mais (tantos assaltos e crimes ocorrem no reduto dos mais bem defendidos apartamentos), nos condomínios também não (e as gangues?), nas ruas nem pensar. Seja noite, seja dia... e agora, parece que perdemos o último baluarte de segurança e paz.
Apontar culpados ou denunciar causas é tarefa complexa, talvez até pretensiosa. Algumas pistas podem ser, porém, levantadas com certa margem de segurança. É preciso, no entanto, ter consciência de que certamente não há uma causa, mas um conjunto de fatores que oportunizam a eclosão destes acontecimentos revoltantes, que aviltam a todos nós, a toda a espécie humana.
Estes fatores podem ser divididos em dois grupos - sociais e individuais.
Dentre as causas sociais, podemos destacar, sem medo de errar, o consumismo exacerbado, a competitividade, o individualismo, a má distribuição de renda, a crise ética, a impunidade e a corrupção, o fácil acesso da população a armas, o crescente desemprego, o seriíssimo problema das drogas - só para citar alguns.
Com esses ingredientes, a cada dia, nossa sociedade torna-se mais e mais violenta. Mas não são apenas os assaltos, estupros e assassinatos que acontecem diariamente e são exaustivamente divulgados pela mídia, que preocupam. Outra forma de violência, poucas vezes percebida pela maioria, é transmitida subliminarmente. Desde programas humorísticos, nos quais o riso é provocado humilhando-se o mais fraco, o negro, o homossexual, o pobre ou o portador de deficiências físicas, até desenhos animados tipo Beavis and Butthead, onde a agressão e a falta de amor ao próximo são a tônica. Estas mensagens repetidas exaustivamente, aliadas aos noticiários sensacionalistas, em que guerra, sofrimento e morte são focalizadas com detalhes terríveis, somadas ao hiper-realismo da cinematografia de hoje - tudo isso junto - pode produzir nas crianças e jovens em formação ( expectadores que são de horas e horas de violência desde os mais tenros anos) uma gradual perda da sensibilidade e da capacidade de se indignar, fundamental para o desenvolvimento da empatia e da solidariedade. É como se elas fossem "se acostumando" com a crueldade, a truculência, a miséria humana, a degradação. E esta situação é por elas percebida como se fosse incontornável, imutável.
A essa desenssibilização produzida pela exposição violência, junte-se uma sociedade que estimula o individualismo e a competição, na qual a má distribuição da renda impera e, especialmente, a grave crise ética que assistimos hoje, derivada da impunidade e da corrupção que permeia todos os níveis das instituições sociais, e poderemos começar a compreender melhor o que leva tantos jovens à marginalização, desesperança, às drogas e a atos criminosos. A criança cresce consumista, individualista, insensível, assistindo diariamente a graves denúncias - raramente punidas com o rigor necessário -, que alimentam a desesperança nas instituições sociais, e, o mais grave, acreditando que o mundo tem que ser assim mesmo. O que certamente fortalece a crise ética e a descrença nos valores humanos.
Por outro lado, os aspectos individuais entram nesse panorama da seguinte forma (evidentemente, explicando de maneira simplista): cada pessoa tem, desde o nascimento, um diferente nível de agressividade, e uma forma, também diversa, de interiorizar os fatos que ocorrem a sua volta, tendo algumas um equipamento de percepção mais positivo enquanto outras, interiorizam os eventos de maneira quase sempre negativa. Quer dizer, uma criança pode decodificar uma palavra mais severa que lhe é dirigida (a simples correção de uma atitude que a mãe ou um professor lhe dirija, por exemplo) como falta de amor; outra, na mesma situação, porém com uma percepção mais positiva, poderá interpretá-la como preocupação e afeto. Uma pessoa que, além de já ser naturalmente agressiva, possui uma percepção negativa dos fenômenos que ocorrem a sua volta e que, além do mais, cresce no seio de uma família desatenta, desestruturada e desarmônica, poderá, em determinadas circunstâncias desenvolver um comportamento socialmente patológico. São esses fatores, entre outros, que irão influenciar na constituição da auto-estima mais ou menos elevada, gerando cidadãos mais ou menos equilibrados emocionalmente.
Além disso, para nossa consternação, algumas modernos estudos dentro da Psiquiatria vem conduzindo à idéia de que existem pessoas que trazem, dentro de si - inato -, o germe da violência (pobre Rousseau...). Se, aliada a esta característica pessoal (caso ela realmente exista) juntarmos os fatores sociais e familiares, acima descritos, compreenderemos por que surgem, em dadas circunstâncias, indivíduos que, em maior ou menor grau, com maior ou menor planejamento, a partir de um evento qualquer, desencadeiam agressões ao outro.
Nesse contexto, a escola, torna-se apenas o local onde se reflete, como em qualquer outro lugar, o que a sociedade propiciou ocasionar. Uma sociedade violenta - que incentiva na sua base ideológica o preconceito, o predomínio dos bens materiais sobre os valores éticos, corrupta, e que deixa impune seus maiores transgressores -, agindo sobre um indivíduo potencialmente violento e que se sinta de alguma forma preterido ou mal-amado, tem todos os ingredientes necessários para, em um determinado momento, desencadear a barbárie.
Não se pode esperar que nenhuma instituição, seja a escola ou outra qualquer, esteja a salvo da contaminação por tudo que ocorre no contexto mais amplo, a sociedade. Procurar "culpados" dentro da escola é uma forma simplista e altamente confortável de explicar uma situação tão complexa, onde tantos interesses estão em jogo, e, desta forma, acalmar os ânimos. Culpando a escola, a metodologia de ensino, os professores mal preparados, os currículos anacrônicos - ou tudo isto -, acalma-se a consciência e a ansiedade de muitos. E tudo fica como está.
Ou mudamos os elementos básicos que alicerçam a sociedade atual e que propiciam o surgimento de uma situação de violência latente, que a qualquer momento pode eclodir, voltando-nos para os valores que verdadeiramente dão humanidade ao homem - empatia, solidariedade, justiça, honestidade, honra, cooperação, respeito ao outro - ou continuaremos a assistir, assombrados, a atos de vandalismo, agressões e loucura cada vez maiores.
Tânia Zagury
Fonte: www.redepitagoras.com.br

Repostando em tempos de férias.

Viver é altamente excitante...



Desde
 saibamos quais nossos
objetivos 
com plena clareza.
      Catiaho Reflexo d'Alma
            entre sonhos e delírios

2208 2504012

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Mês de Fevereiro? Tudo Novo de Novo


   Nesse mês eu quero:
 trabalhar  o suficiente
 me divertir muito
 amar o amor meu sem medida
 ser amada da mesma forma
 me dedicar á família de sangue e a família de coração.
  Quero sentir de fato e de perto os  amigos poucos que tenho.
  Quero cuidar bem de 'todos ' os meus blogs e de meus leitores e celebrar os 500
 seguidores.
  Quero correr, mergulhar e dançar todos os dias.
  Quero escrever meu novo Livro Solo.
  Em fim também em fevereiro, quero ser a Mulher Poeta Feliz de sempre
         e viver meus Sonhos e Delírios
  Amo essa musica e dedico a todos nós
                                          Catiaho Reflexo d'Alma 

http://www.paulinhomoska.com.br/site/
Tudo Novo de Novo
Paulinho Moska

Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim

Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou

Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Linda quinta pra nós ouvindo Chico em Gente Humilde

   Sabe, ser mulher poeta não me difere de nenhum outro Ser Hu Mano, 
apenas me dá o direito de viver e sentir do meu jeito as situações .
 Ontem foi o dia da Saudade(no calendário, sabiam?), 
pois senti uma saudade danada do meu pai, da minha mãe, do meu irmão.
 Gente que já não pode mais voltar ao plano físico.
 Senti saudades também de algumas poucas pessoas que  fazem parte do meu dia
 a dia, como filhos e neta. Porém  especialmente, senti uma saudade danada 
da família que não é a de sangue; sim de coração que escolhi para amar e que 
vive longe, bem longe dos olhos, mas perto, bem perto do coração;
 meu  e do meu par(esposo).
   Não sei se a música abaixo tem a ver com saudade, ao escrever esse post 
foi ela que me veio a mente para essa nova quinta-feira de nossas vidas.
   Bom dia, aliás, ótimo último dia desse lindo mes de janeiro que também
 deixará saudades!
   Sigamos adiante
 entre sonhos e delírios sempre.
Catiaho Reflexo d'Alma



Gente Humilde
Chico Buarque

Tem certos dias
Em que eu penso em minha gente
E sinto assim
Todo o meu peito se apertar
Porque parece
Que acontece de repente
Como um desejo de eu viver
Sem me notar
Igual a tudo
Quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem
Vindo de trem de algum lugar
E aí me dá
Como uma inveja dessa gente
Que vai em frente
Sem nem ter com quem contar

São casas simples
Com cadeiras na calçada
E na fachada
Escrito em cima que é um lar
Pela varanda
Flores tristes e baldias
Como a alegria
Que não tem onde encostar
E aí me dá uma tristeza
No meu peito
Feito um despeito
De eu não ter como lutar
E eu que não creio
Peço a Deus por minha gente
É gente humilde
Que vontade de chorar

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quarta Amadurecendo enquanto 30 dias após Completar 50 anos; Sou Lida por Clarice...

Imagem do Google








"Enquanto leio Clarice,
ela, através de seus textos, nesse momento
é a única que  lê a mulher que cismo guardar. 
"Catiaho Reflexo d'Alma


"Às vezes sentava-se na rede, 
balançando-me com o livro aberto no colo, 
sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.
Não era mais
 uma menina com um livro: 
era uma mulher com seu amante."
Clarice Lispector


"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. 
Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. 
Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. 
E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da 
solidão 
no meio de outros."

Clarice Lispector




"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se
 come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda
 que a presença é pouco: quer-se absorver a outra 
pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes
 que se tem na vida."
Clarice Lispector



terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Todos os Dias


Acordo bem cedo,
ainda  de olhos fechados revejo meu dia anterior
e busco sabedoria para começar meu novo dia.
Agradeço tudo que tenho e 
Peço sabedoria para lidar com maldade
e egoismo dos seres que a meu redor
cismam ...
Amo viver,
amo fazer poesia
mas   desprezo 
quem  mente
e faz de conta que se importa.
Feliz dia para todos que da verdade
fazem nossa  bandeira.
Essa terça- feira me lembra essa  frase
 e dedico a vocês todos que
me respeitam e juntos celebram a
Vida...
"“O pequeno príncipe pergunta a serpente:
- Você não se sente sozinha aqui no deserto?
E ela lhe responde:
- “No meio da multidão também nos sentimos sozinhos
.”"Frase do Pequeno Príncipe
Lindo  dia todos os dias!
Bjins entre  sonhos e delírios
Catiaho Reflexo d'Alma

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Toda segunda feira...Tempo de Renovo.



Acordo com as esperanças renovadas.
Sonhos em ponto de bala.
Tristezas incineradas
E a esperanças  acentuada na cor  verde
Que é minha cor preferida.
Na da recomeça segunda se não a semana
E nós na verdade seguimos adiante.
Eu revigorada me prometo que não
Perderei tempo,




Não chorarei por quem não me tem respeito e apreço
Mas manterei protegido o amores e amizades preciosas
Me esforcarei para ouvir meu coração se ele
Aliado a razão de impulsionarem para que lado seja
Desde que me resgate pra mim
A todo momento
Toda segunda faço promessas que somente Eu posso cumprir 
E acreditem se depender de mim: cumpro.
Essa é uma segunda especial pois minha vontade de
Viver  esta acesa 
E minha vontades todas
À Flor da Pele.
Portanto Bom dia queridos entre meus sonhos e delírios e que venha a semana!rsrs


domingo, 27 de janeiro de 2013

Maratona Poética de Domingo 27 de janeiro de 2012: Olhar à frente

Depois de tantas tentativas de resgate de não sei o que, de não quero mais saber quem, nem pra onde;
entendi que não há como saber que  Almas valem à pena...
Volto o pensamento a uma frase proferida pelo que
tenho por mestre na escrita.... Disse ele a essa poeta mais ou menos assim:
" Quem cuida de outros acaba por esquecer de si mesmo"silvioafonso. Sou infinitamente feliz e grata pelo alerta de quem tem cuidados em minha direção, isso de cuidados não me é comum. Não precisei ouvir novamente   por isso hoje olho adiante,
abraço com vontade aos que  me aguardam de braços em minha direção.
Esperar de braços abertos? Não mais. Entendo que "sem reciprocidade não há dialogo, nem afeto.
Ser feliz é Olhar Adiante com Simplicidade Sempre...
Viver bem é simples assim e desejo a todos que me cercam esse entendimento.
Catiaho Reflexo d'Alma entre meus delírios e delírios


Molho branco picante



Ingredientes
250g de maionese

½ lata de creme de leite fresco

1 colher de sopa de pimenta vermelha seca

3 colheres de sopa de suco de limão

3 colheres de sopa de conhaque


Modo de Preparar
Outra receita em que os ingredientes são apenas bem misturados numa molheira até que se obtenha um creme consistente. Sirva na própria molheira para acompanhar legumes crus (pepinos, cenouras, rabanetes e pimentões cortados em tiras).

Fonte: Livro de Receitas de Churrasco

Postagem programada para período de férias.
26/01/13 10:30

SONETO DO DESAPEGO


SONETO DO DESAPEGO

Só por hoje abra mão do celular…
Abra mão de assistir televisão…
De abrir o guarda-roupas e apanhar
Aquela roupa que chame atenção;

Só por hoje comece a caminhar…
Deixe lá na garagem o carrão;
Vislumbre a natureza com o olhar…
Sinta a vida real com o coração;

Seja rico de amor e de sorrisos…
Desapegue-se e encontre paraísos…
Encontre flores, anjos e castelos;

O desapego é a chave de tudo;
Ouça a vida, não seja mais um mudo
Acorrentado ao luxo e aos pesadelos;

29-12-11 Soneto

Maionese de Ovos de Codorna



Ingredientes

1 kg ovos de codorna

5 batatas grandes

Algumas folhas de salsinha

Molho rosé


Modo de Preparar
Cozinhe os ovos de codorna e as batatas em água fervente com uma colher de chá de sal. Quando estiverem cozidos, retire-os da água, deixe esfriar, descasque e reserve. Para preparar o molho rosé misture bem numa molheira: ½ lata de creme de leite fresco; 2 colheres de sopa de ketchup; 2 colheres de sopa de maionese; 2 colheres de chá de conhaque; ½ colher de café de sal refinado. Numa saladeira, misture os ovos de codorna com as batatas cozidas e o molho rosé e leve à geladeira até a hora de servir. Ao levar à mesa decore com as folhas de salsinha.

Fonte: Livro de Receitas de Churrasco

Postagem programada em período de férias.

Nós os Espelhados

Atua LIz Ações

Minha leitura atual: Livro Revelador

Minha leitura atual: Livro Revelador

Venho aqui e Olho pro amanhã dessa forma: com ALEGRIA!

Venho aqui e Olho pro amanhã dessa forma: com ALEGRIA!
Já caminhei muito tempo sem me dar conta do quanto é importante o que eu sei, quero e posso. Passei muio tempo dando prioridade a todos ao meu redor. Daqui pra frente meu olhar obedece a uma nova perspectiva, pois minha palavra de ordem é ALEGRIA.Não quero e não vou viver mais um segundo sem esse ingrediente essencial.. Experimentem e depois de contem o resultado. CatiahoAlc, terça feira 05 de janeiro de 2015

JUSTIFICATIVA PARA TODOS OS LEITORES AMIGOS

JUSTIFICATIVA PARA TODOS OS LEITORES AMIGOS

Eu sempre entre meus sonhos realizados e meus delírios incessantes...

Eu sempre entre meus sonhos realizados e meus delírios incessantes...