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Minha Frase preferida desde o mês de julho de 2013

"A felicidade de um amigo deleita-nos. Enriquece-nos. Não nos tira nada. Caso a amizade sofra com isso, é porque (ela a amizade) não existe." Jean Cocteau

...

"Saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar." Rubem Alves


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sábado, 9 de março de 2013

REPOSTANDO LÁ DO BLOG http://lucidreira.blogspot.com.br/2013/03/parabens-mulheres.html



Imagem: Luiz Cidreira


Uma data de muitas histórias

Era uma vez uma mulher... duas mulheres.... talvez, 129 mulheres. A data era 8 de março de 1857; mas bem podia ser de 1914 ou (quem sabe?) de 1917. O país era os Estados Unidos – ou será Alemanha? Ou a Rússia?
Tantas datas, tantos lugares e tanta história revelam o caráter, no mínimo, instigante da seqüência de fatos que permeiam a trajetória das pesquisas em busca da verdadeira origem da oficialização da “data de 8 de março” como o Dia Internacional da Mulher.
É instigante, e curiosa, talvez porque mescla fatos ocorridos nos Estados Unidos (Nova Iorque e Chicago), na Alemanha e na Rússia: mescla, também, greves e revoluções; reivindicações e conquistas. E nos apresenta datas que variam do dia 3 de maio (comemorado em Chicago em 1908), ao dia 28 de fevereiro (1909, em Nova Iorque) ou 19 de março (celebrado pelas alemãs e suecas em 1911).
A mais divulgada referência histórica dessa oficialização, na verdade, é a II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhague, Dinamarca, em 1910, da qual emanou a sugestão de que o mundo seguisse o exemplo das mulheres socialistas americanas, que inauguraram um feminismo heróico de luta por igualdade dos sexos. Na ocasião dessa conferência, foi proposta a resolução de “instaurar oficialmente o dia internacional das mulheres”. Contudo, apesar de os relatos mais recentes trazerem sempre a referência ao dia 8 de março, não há qualquer alusão específica a essa data na resolução de Copenhague.
É bem verdade que o referido exemplo americano – de intensa participação das mulheres trabalhadoras – ganhou força com o evento de um massacre “novaiorquino” extremamente cruel, datado de 8 de março de 1857. Nesta data, um trágico evento vitimou 129 tecelãs. Era uma vez uma mulher... duas mulheres.... talvez, 129 mulheres : dentro da fábrica em Nova Iorque onde trabalhavam, essas mulheres foram mortas porque organizaram uma greve por melhores condições de trabalho e contra a jornada de doze horas. Conta-se que, ao serem reprimidas pela polícia, as trabalhadoras refugiaram-se dentro da fábrica. Naquele momento, de forma brutal e vil, os patrões e a polícia trancaram as portas e atearam fogo, matando-as todas carbonizadas.
Fato brutal! Mas há quem considere como mito a correlação única e direta da tragédia das operárias americanas com a data do Dia Internacional da Mulher, simplesmente por não haver documento oficial que estabeleça essa relação.
Alguns estudiosos encontram uma correlação “mais confiável” em outros fatos históricos. Descrevem, por exemplo, como uma relação mais palpável, a data da participação ativa de operárias russas, em greve geral, que culminou com o início da revolução russa de 1917. Segundo relato de Trotski (História da Revolução Russa), o dia 8 de março era o dia internacional das mulheres – o dia em que operárias russas saíram às ruas para reivindicar o fim da fome, da guerra e do czarismo. “Não se imaginava que este ‘dia das mulheres' inaugurasse a revolução”.
Com essas duas, ou com outras tantas histórias, materializam-se, em face da diversidade de interpretações, nossas interrogações sobre a verdadeira origem do Dia “8 de março” Internacional da Mulher. Contudo, é impossível não reconhecer o vínculo entre as datas das tragédias e vitórias relatadas com a escolha da data hoje oficializada. A aceitação desse vínculo está registrada em textos, livros e palestras da atualidade. E, com certeza, essa aceitação não decorre exclusivamente de documentos oficiais; decorre principalmente de um registro imaterial – a memória de quem reconhece e jamais esquece as recorrentes e seculares reivindicações femininas por justiça e igualdade social.
E, assim, voltamos ao começo: Era uma vez uma mulher... duas mulheres.... talvez, 129 mulheres.
A data era 8 de março de 1857; mas bem podia ser de 1914 ou (quem sabe?) de 1917 . E voltamos a esse começo mesmo para concluir que o fato de o dia internacional da mulher estar, ou não, oficialmente ligado a esse ou àquele momento histórico não é o foco mais significativo da reflexão que ora se apresenta. Afinal, o dia 8 de março universalizou-se – isso é fato . E universalizou-se pela similaridade dos eventos mundiais relacionados à luta das mulheres.
Hoje, sem sombra de dúvidas, a data é mais que um simples dia de comemoração ou de lembranças. É, na verdade, uma inegável oportunidade para o mergulho consciente nas mais profundas reflexões sobre a situação da mulher: sobre seu presente concreto, seus sonhos, seu futuro real. É dia para pensar, repensar e organizar as mudanças em benefício da mulher e, conseqüentemente, de toda a sociedade. Os outros 364 dias do ano são, certamente, para realizá-las.
Fonte: www.senado.gov.br


Abraço

Parabéns a Mulheres

Imagem: Luiz Cidreira


Uma data de muitas histórias

Era uma vez uma mulher... duas mulheres.... talvez, 129 mulheres. A data era 8 de março de 1857; mas bem podia ser de 1914 ou (quem sabe?) de 1917. O país era os Estados Unidos – ou será Alemanha? Ou a Rússia?
Tantas datas, tantos lugares e tanta história revelam o caráter, no mínimo, instigante da seqüência de fatos que permeiam a trajetória das pesquisas em busca da verdadeira origem da oficialização da “data de 8 de março” como o Dia Internacional da Mulher.
É instigante, e curiosa, talvez porque mescla fatos ocorridos nos Estados Unidos (Nova Iorque e Chicago), na Alemanha e na Rússia: mescla, também, greves e revoluções; reivindicações e conquistas. E nos apresenta datas que variam do dia 3 de maio (comemorado em Chicago em 1908), ao dia 28 de fevereiro (1909, em Nova Iorque) ou 19 de março (celebrado pelas alemãs e suecas em 1911).
A mais divulgada referência histórica dessa oficialização, na verdade, é a II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhague, Dinamarca, em 1910, da qual emanou a sugestão de que o mundo seguisse o exemplo das mulheres socialistas americanas, que inauguraram um feminismo heróico de luta por igualdade dos sexos. Na ocasião dessa conferência, foi proposta a resolução de “instaurar oficialmente o dia internacional das mulheres”. Contudo, apesar de os relatos mais recentes trazerem sempre a referência ao dia 8 de março, não há qualquer alusão específica a essa data na resolução de Copenhague.
É bem verdade que o referido exemplo americano – de intensa participação das mulheres trabalhadoras – ganhou força com o evento de um massacre “novaiorquino” extremamente cruel, datado de 8 de março de 1857. Nesta data, um trágico evento vitimou 129 tecelãs. Era uma vez uma mulher... duas mulheres.... talvez, 129 mulheres : dentro da fábrica em Nova Iorque onde trabalhavam, essas mulheres foram mortas porque organizaram uma greve por melhores condições de trabalho e contra a jornada de doze horas. Conta-se que, ao serem reprimidas pela polícia, as trabalhadoras refugiaram-se dentro da fábrica. Naquele momento, de forma brutal e vil, os patrões e a polícia trancaram as portas e atearam fogo, matando-as todas carbonizadas.
Fato brutal! Mas há quem considere como mito a correlação única e direta da tragédia das operárias americanas com a data do Dia Internacional da Mulher, simplesmente por não haver documento oficial que estabeleça essa relação.
Alguns estudiosos encontram uma correlação “mais confiável” em outros fatos históricos. Descrevem, por exemplo, como uma relação mais palpável, a data da participação ativa de operárias russas, em greve geral, que culminou com o início da revolução russa de 1917. Segundo relato de Trotski (História da Revolução Russa), o dia 8 de março era o dia internacional das mulheres – o dia em que operárias russas saíram às ruas para reivindicar o fim da fome, da guerra e do czarismo. “Não se imaginava que este ‘dia das mulheres' inaugurasse a revolução”.
Com essas duas, ou com outras tantas histórias, materializam-se, em face da diversidade de interpretações, nossas interrogações sobre a verdadeira origem do Dia “8 de março” Internacional da Mulher. Contudo, é impossível não reconhecer o vínculo entre as datas das tragédias e vitórias relatadas com a escolha da data hoje oficializada. A aceitação desse vínculo está registrada em textos, livros e palestras da atualidade. E, com certeza, essa aceitação não decorre exclusivamente de documentos oficiais; decorre principalmente de um registro imaterial – a memória de quem reconhece e jamais esquece as recorrentes e seculares reivindicações femininas por justiça e igualdade social.
E, assim, voltamos ao começo: Era uma vez uma mulher... duas mulheres.... talvez, 129 mulheres.
A data era 8 de março de 1857; mas bem podia ser de 1914 ou (quem sabe?) de 1917 . E voltamos a esse começo mesmo para concluir que o fato de o dia internacional da mulher estar, ou não, oficialmente ligado a esse ou àquele momento histórico não é o foco mais significativo da reflexão que ora se apresenta. Afinal, o dia 8 de março universalizou-se – isso é fato . E universalizou-se pela similaridade dos eventos mundiais relacionados à luta das mulheres.
Hoje, sem sombra de dúvidas, a data é mais que um simples dia de comemoração ou de lembranças. É, na verdade, uma inegável oportunidade para o mergulho consciente nas mais profundas reflexões sobre a situação da mulher: sobre seu presente concreto, seus sonhos, seu futuro real. É dia para pensar, repensar e organizar as mudanças em benefício da mulher e, conseqüentemente, de toda a sociedade. Os outros 364 dias do ano são, certamente, para realizá-las.
Fonte: www.senado.gov.br

Ps. Olá todos os amigos e seguidores do Lu Cidreira, peço desculpas por não está  visitando e comentando nos blogs amigos, pois estou atarefado de serviço saindo cedo e voltando tarde, espero que compreendam,, logo logo estaremos com as atividades normais. 
Abraço

sexta-feira, 8 de março de 2013

Ei! Eu sei que estou atrasada com a postagem! Estou? rsrs

   
  Me atrasei! Pronto. E agora? peço desculpas? Justifico ou Ignoro e Sigo Adiante?
   Nada disso ou tudo isso junto.
   Escrevo por puro prazer e me permiti ter calma para pensar na postagem dessa sexta-feira...
   Já deixei no blog, lá em cima meus cumprimentos e minha postura sobre ser mulher.
   Aqui agora digo que Ser Mulher é uma dádiva, não somente uma vez por ano, mas Sim todos os dias
da vida. 
Percebo confusão sobre entender a diferença entre ser Mulher e Ser Feminina. Ser mulher não é usar rosa, não é por laço na cabeça ou ficar calada ou dizer Sim e Sim  feito a Amélia da Musica.
   Ser Mulher é saber o lugar, saber a hora de falar e de silenciar. Isso na Sociedade, no Trabalho , 
na Religião ou no Sexo. 
  Ser Mulher é mostrar que Sente Desejos e Vontades e que Dessa vez vai Possuir
 ao Invés de ser Possuída. Vai  ficar por Cima e Cavalgar ao Invés de Ser Cavalgada.
 Vai Oferecer Flores e Vinho ao Invés de Ficar Esperando com Cara de Ofendida.
  Vai tomar a iniciativa e abrir a bebida e servir-se para depois servir ao que lhe acompanha.
  Não pensem que é um retrocesso esse meu pensamento, é na verdade uma demostração que tudo pode 
ser melhor que é se nós mulheres pararmos de esperar que a nossa hora chegue... 
Podemos sim muito mais que esperar.
Podemos fazer acontecer sem ter que pagar a conta ou mesmo dividí-la se assim não desejarmos.
Sou Mulher que sobretudo hoje tem a sensibilidade a flor da pele ao ponto de estando na rua para afazeres do dia e tendo hoje
 o ombro nu, quando vento passou e refrescou ali no exposto, deixei-me arrepiar a pele e um quase orgasmo me passou pela cabeça deixar fluir.
   Ser Mulher é esse misto de emoções e ações que faz o mundo de quem nos tem girar,
 e girar entre o sonhar e o delirar.
   Sexta feira é um dia que sabem que amo, pois celebro com o que me tem perto e quando posso com os que tenho em estima e que moram longe dos olhos.
  Hoje celebro e brindo a essa alegria de saber Ser Mulher!
Catiaho Reflexo d'Alma 


Mulher (Sexo Frágil)
Erasmo Carlos

Dizem que a mulher
É o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda!
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas...

Vejam como é forte
A que eu conheço
Sua sapiência
Não tem preço
Satisfaz meu ego
Se fingindo submissa
Mas no fundo
Me enfeitiça...

Quando eu chego em casa
À noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas prá quem deu luz
Não tem mais jeito
Porque um filho
Quer seu peito...

O outro já reclama
A sua mão
E o outro quer o amor
Que ela tiver
Quatro homens
Dependentes e carentes
Da força da mulher...

Mulher! Mulher!
Do barro
De que você foi gerada
Me veio inspiração
Prá decantar você
Nessa canção...

Mulher! Mulher!
Na escola
Em que você foi
Ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte
Mas não chego
Aos seus pés...

quinta-feira, 7 de março de 2013

Entendo assim...



A morte quando  chega,
apenas vem e leva quem veio buscar.
Não há desculpas, escusas ou explicações...
Catiaho Reflexo d'Alma

Obs: Ninguém foi criado para a finitude, ela acontece na verdade em consequência.
Porém o fato de não termos como discutir porque alguém morre ou porque
nós mesmos morreremos
não leva nossa indignação.
Porque viver é bom, viver é um ato coragem e porque morrer
é inegociável?
Lamento a morte do Excelentíssimo Presidente da Venezuela sim, e lamento muito a morte do artista
musico vocalista Chorão da Banda Charlie Brown Jr, fiz minha homenagem com meus alunos
de teatro nessa quarta -feira ja de saudades.


“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qual

quer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”.
John Donne

quarta-feira, 6 de março de 2013

Penso que deve...


Ser um desperdício beijar 
        de olhos abertos;
              penso que perde-se o momento em que o
                               universo gira e tudo que  era sonho
                                                              se torna apenas delírio
                                                                                 em delírios.
                                                             Catiaho Reflexo d'Alma

















terça-feira, 5 de março de 2013

Gosto muito de olhar


      ...pras Estrelas,                               a Lua e o Céu...
            Sinto como se o mundo parasse
e nada além do sonhar 
         chegue até meu ser que em paz                           apenas sente, 
                  deseja
                    e aguarda...
                Catiaho Reflexo d'Alma



domingo, 3 de março de 2013

Sou do tipo de gente que...

Basta um abraço para  que o momento eternizado seja
    e o sentimento transborde de tal forma que a cristalização já
                                                                eterna se tenha tornado.
                                                                 Catiaho Reflexo d'Alma

Dedico essa frase a uma mulher que consegue transpor o tempo e passar amor em um só abraço dado, que é como dela  tenho nítido em minha memória o abraço que permitiu que nos dessemos em  dezembro de 2012.
 Mes de fevereiro ela completou aniversário e se fez presente  aos que a amam e tem o privilégio de te-la por família.
Catiaho Helena

Esse arranjo dedico a Família que me proporcionou conhecer a força desse abraço  mencionado na frase.

TCHAIKOVSKY


TCHAIKOVSKY

Lago dos cisnes é doce e perfeita;
Embala nossas almas docemente…
Notas lindas que tua mão eleita
Dedilhou no piano lentamente;

Os corações do mundo ela deleita,
Por ser suave e tão magicamente
Lapidada… de pérolas é feita
Esta canção que ouvimos lindamente;

Tchaikovsky… nos deixaste melodias
Profundamente lindas e pulsantes…
Tu foste um dos mais raros diamantes…

Que passou pela música tocando
As harmoniosas notas e deixando
Corações suspirando de alegrias;

08-12-11 Soneto A Tchaikovsky

Atua LIz Ações

Minha leitura atual: Livro Revelador

Minha leitura atual: Livro Revelador

Venho aqui e Olho pro amanhã dessa forma: com ALEGRIA!

Venho aqui e Olho pro amanhã dessa forma: com ALEGRIA!
Já caminhei muito tempo sem me dar conta do quanto é importante o que eu sei, quero e posso. Passei muio tempo dando prioridade a todos ao meu redor. Daqui pra frente meu olhar obedece a uma nova perspectiva, pois minha palavra de ordem é ALEGRIA.Não quero e não vou viver mais um segundo sem esse ingrediente essencial.. Experimentem e depois de contem o resultado. CatiahoAlc, terça feira 05 de janeiro de 2015

JUSTIFICATIVA PARA TODOS OS LEITORES AMIGOS

JUSTIFICATIVA PARA TODOS OS LEITORES AMIGOS

Eu sempre entre meus sonhos realizados e meus delírios incessantes...

Eu sempre entre meus sonhos realizados e meus delírios incessantes...