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Minhas Frases preferidas desde sempre:

"A felicidade de um amigo deleita-nos.

Enriquece-nos. Não nos tira nada.

Caso a amizade sofra com isso, é porque (ela a amizade)

não existe."

Jean Cocteau

...

"Saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar."

Rubem Alves

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sábado, 4 de maio de 2013

Inclusão: Sonho ou Realidade?




Uma matéria de grande importância para nós brasileiros, pois trata de um assunto relevante e polemico em nossa sociedade, a inclusão em nosso meio, leiam o que a psicologa  Elisabeth Salgado fala sobre isso em seu ensaio muito bem trilhado.

Espero que muitos educadores e orientadores tenham acesso a esta matéria ou então entre no site que se encontra no link no termino desta publicação.

Antes de tudo, é melhor que se defina o que significa Inclusão Escolar.
Uma escola pode ser considerada inclusiva, quando não faz distinção entre seres humanos, não seleciona ou diferencia com base em julgamentos de valores como “perfeitos e não perfeitos”, “normais e anormais”.
É aquela que proporciona uma educação voltada para todos, de forma que qualquer aluno que dela faça parte, independente deste ser ou não portador de necessidades especiais, tenha condição de conhecer, aprender, viver e ser, num ambiente livre de preconceitos que estimule suas potencialidades e a formação de uma consciência crítica.
Inclusão não pode significar adequação ou normatização, tendo em vista um encaixar de alunos numa maioria considerada “privilegiada”, mas uma conduta que possibilitasse o “fazer parte”, um conviver que respeitasse as diferenças e não tentasse anulá-las.
A escola inclusiva deve ser aberta, eficiente, democrática, solidária e, com certeza, sua prática traz vários benefícios que serão abordados em um próximo artigo.
A escola inclusiva é aquela, como dito anteriormente, que se organiza para atender alunos não apenas ditos “normais”, mas também os portadores de deficiências, a começar por seu próprio espaço físico e acomodações. Salas de aula, bibliotecas, pátio, banheiros, corredores e outros ambientes são elaborados e adaptados em função de todos os alunos e não apenas daqueles ditos normais. Possui, por exemplo, cadeiras com braços de madeira tanto para destros quanto para canhotos, livros em braile ou gravados em fita cassete, corrimãos com apoio de madeira ou metal, rampas nos diferentes acessos de entrada e saída e assim por diante.
Mas, o principal pré-requisito não reside nos recursos materiais, já difíceis de serem obtidos por todos os estabelecimentos de ensino. O principal suporte está centrado na filosofia da escola, na existência de uma equipe multidisciplinar eficiente e no preparo e na metodologia do corpo docente.
E é aqui que começo a me questionar sobre o que é real e o que pode ser quase utópico, mediante a realidade de nosso sistema educacional.
Como professora e gestalt-terapeuta, não posso deixar de pensar em como é difícil ao ser humano experenciar a inclusão em um relacionamento com outra pessoa dita “normal”e “perfeita”.
Como já é difícil para o homem estar em contato, ser capaz de pular para o outro lado, não ser só empático, mas estar presente e confirmar o outro, suspendendo seus preconceitos, permanecendo aberto para a fenomenologia de outro ser, sem que haja qualquer diferença visível ou manifestação de necessidades especiais... O que dirá quando estas estiverem realmente presentes? Como conseguir falar e conversar com a alma de outro ser e não só com a sua cabeça?
Se realizar a inclusão como forma de relacionamento e de diálogo em situações habituais já é um grande desafio, o que poderemos pensar sobre “ensinar inclusivamente”?
É como se quiséssemos colher os frutos sem antes cuidar da terra, escolher cuidadosamente a semente, respeitando as estações e o tempo certo.
A Inclusão Escolar só pode ser viável enquanto fruto e não como terra ou arado. Ela só poderá acontecer realmente quando aquele que tem a função de plantar, ou seja, o professor e toda a equipe que faz parte do funcionamento da escola, desde a direção até o servente, mudarem sua atitude em relação ao lidar com a diferença, aceitando-a, estabelecendo novas formas de relação, de afetividade, de escuta e de compreensão, suspendendo juízos de valores que abarcam pena, repulsa e descrença.
Está nosso sistema educacional preparado para acolher a diferença em suas salas de aula?
Penso no predomínio de uma atitude sócio-econômica individualista, no relacionamento conflitante entre escola e família, nos atritos que marcam a comunicação entre professor, pais e o aluno, com tanta dificuldade, hoje, em gostar de aprender, bem como de lidar com a hierarquia e com a colocação de limites. E tudo isso acontece na escola não inclusiva, com alunos ditos “normais”.
Como acolher o aluno com necessidades especiais se não se consegue lidar saudavelmente com as diferenças inerentes à própria existência humana?
A Inclusão Escolar depende antes de tudo de um reconhecimento humilde por parte da Escola e da Sociedade, da qual aquela faz parte, da necessidade de se educarem a si mesmas para lidar com a diferença, antes de criarem técnicas, estratégias ou métodos.
Quando reflito sobre a Inclusão Escolar, dois sentimentos se apropriam de mim: o receio de como esta será conduzida e a preocupação com um equilíbrio filosófico que lhe dê suporte.
Sou contra atitudes extremas e radicais, por serem elas disfuncionais. A meta tem que se basear num enfoque equilibrado, onde, de um lado, não se alimente a segregação do aluno com necessidades especiais, colocando-o em uma sala distanciada, e de outro, não se queira incluí-lo na classe regular, passando por cima de suas características e do que precisa em relação tanto ao espaço físico como de atendimento profissional especializado e multidisciplinar.
Somos seres em relação e só crescemos em relação. Assim sendo, o equilíbrio para mim reside, antes de tudo, em permitir que o aluno portador de necessidades especiais possa interagir com os demais e vice-versa, e que ambos aprendam a lidar com as diferenças, não para anulá-las, mas para poder usá-las como fonte de contato verdadeiro e de amadurecimento mútuo.

Vejam também as comemorações iniciais do mês de maio:
Dia Nacional do Ex-Combatente
2 de Maio
Dia Nacional do Ex-Combatente
Dia do Legislador
3 de Maio
Dia do Legislador
Dia do Parlamento
3 de Maio
Dia do Parlamento
Dia do Pau-Brasil
3 de Maio
Dia do Pau-Brasil
Dia do Sertanejo
3 de Maio
Dia do Sertanejo
Dia do Sol
3 de Maio
Dia do Sol

Batatas condimentadas




Ingredientes


2 kg de batatas “bolinhas"
2 cebolas grandes descascadas
½ maço de salsa picada
250 ml de óleo de girassol

Para o Molho (opcional)

1 cebola grande descascada
1 pimentão verde médio sem sementes nem nervuras
1 pimentão vermelho médio sem sementes nem nervuras
250 ml de azeite de oliva extra virgem
250 ml de óleo de girassol


Modo de Preparar

Lave bem as batatas e cozinhe-as com casca em uma panela grande com 4 litros de água com sal (a proporção é de uma colher de sopa de sal para cada litro d’água). Escorra e coloque-as numa saladeira grande. Corte as duas cebolas em pedaços grandes e misture às batatas. Acrescente o óleo de girassol, misture novamente, tampe e leve à geladeira pelo menos durante 24 horas antes de servir. À parte faça um molho misturando 1 cebola picada bem miudinho com os pimentões cortados em cubinhos, tudo temperado com o azeite de oliva e a salsa picada. Sirva o molho à parte.

sexta-feira, 3 de maio de 2013


Escrever ainda que não seja reconhecido como tal
      é um ato de supra responsabilidade
            e vital importância.
                    Ler e entender o lido é uma dádiva.
                          Juntos devem sempre produzir harmonia e entendimento;
                                                                                    atributos da sabedoria.
                                                                               Adoro pensar nessa direção.
Catiaho Alcantara/Reflexo d'Alma
Musica dessa sexta-feira..
                   Balada do Louco
Rita Lee

Dizem que sou louca
Por pensar assim
Se sou muito louca
Por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz!
E não é feliz!
Não é feliz...

Se eles são bonitos
Eu sou Sharon Stone
Se eles são famosos
I'm Rolling Stone
Mas louco é quem me diz!
E não é feliz!
Não é feliz...

Eu juro que é melhor
Não ser um normal
Se eu posso pensar
Que Deus, sou eu..

Se eles têm três carros
Eu posso voar
Se eles rezam muito
Eu sou santa!
Eu já estou no céu
Mas louco é quem me diz!
E não é feliz!
Não é feliz...

Eu juro que é melhor
Não ser um normal
Se eu posso pensar
Que Deus, sou eu...

Sim! Sou muito louca
Não vou me curar
Já não sou a única
Que encontrou a paz
Mas louco é quem me diz!
E não é feliz!
Eu sou feliz!...

quinta-feira, 2 de maio de 2013


É muito bom ultrapassar obstáculos impostos pelos seres no decorrer de nossa da vida
 com a mesma força que o bambu demostra  por envergar, mas não romper pois
  É a base que embaixo no solo estrutura todo seu crescimento  durante  a vida.
Caso sintam-se envergados em algum momento  como eu nesse tempo de nome agora, 
acalme-se  pois será sua base estruturada que dará força até que tudo novamente 
se mostre serenado. 
Catiaho Alcantara/ Reflexo d'Alma
30 de abr de 2013
       Envergo Mas Não Quebro
Lenine

Se por acaso pareço
E agora já não padeço
Um mal pedaço na vida

Saiba que minha alegria
Não é normal todavia
Com a dor é dividida

Eu sofro igual todo mundo
Eu apenas não me afundo
Em sofrimento infindo

Eu posso até ir ao fundo
De um poço de dor profundo
Mais volto depois sorrindo

Em tempos de tempestades
Diversas adversidades
Eu me equilibrio e requebro

É que eu sou tal qual a vara
Bamba de bambú-taquara
Eu envergo mas não quebro (2x)

Não é só felicidade
Que tem fim na realidade
A tristeza também tem

Tudo acaba, se inicia
Temporal e calmaria
Noite e dia, vai e vem

Quando é má a maré
E quando já não dá pé
Não me revolto ou me queixo


E tal qual um barco solto
Salto alto mar revolto
Volto firme pro meu eixo

Em noite assim como esta
Eu cantando numa festa
Ergo o meu copo e celebro

Os bons momentos da vida
E nos maus tempos da lida
Eu envergo mas não quebro (4x)

segunda-feira, 29 de abril de 2013



Foi assim despretencioamente
                   que levou a mão dele
                              a sentir o calor de sua pele e
                                      o  eriçar de seus pelos guardados
                                                                        até então
                                                                          ali em baixo 
                                                                                  da veste.
Catiaho Reflexo d'Alma


Segunda é dia de cronica do escritor silvioafonso










Livros do autor, reserve já o seu.

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Eu quase morri de medo.
Gladiadores e suas lanças, montavam alados cavalos e eu,

encurralado me escondia sob as saias
das fadas que desejosas de lamber a cor melada dos meus
olhos riam enquanto eu transpirava o suor da minha
intensa agonia escoando de sobre a cama onde eu acho
que dormia.
silvioafonso

domingo, 28 de abril de 2013

NA PUREZA DA IDADE


NA PUREZA DA IDADE

Na pureza da idade me vestia;
Meu terninho castanho era tão lindo;
Gravatinha dos oito anos luzindo
Para cada menina que me via;

Meus olhinhos tão cheios de magia;
Meu sorriso tão tímido sorrindo;
A vida lentamente revestindo
Minha alma com a doce melodia;

Tão menino e a lembrança que ainda tenho
Alimenta o meu ser maravilhado
Por fazer parte dum mundo tão belo;

Cada doce lembrança que retenho…
Zelo num coração tão bem moldado…
Zelo neste meu mágico castelo;

Sou; Só Sendo

Só Poesia:
sem rima, sem métrica, sem explicação.
Dessas que envolve a alma
e devolve a emoção.
Coisa que somente poeta sabe
dizer
Sobre amor,  sobre encanto e desamor.
Poesia é junção do céu e terra, mar , céu, lua e estrela.
Tudo ao redor do Ser
que nasceu para
enaltecer a emoção
Catiaho Reflexo d'Alma

Nós os Espelhados

Atua LIz Ações

Minha leitura atual: Livro Revelador

Minha leitura atual: Livro Revelador

Venho aqui e Olho pro amanhã dessa forma: com ALEGRIA!

Venho aqui e Olho pro amanhã dessa forma: com ALEGRIA!
Já caminhei muito tempo sem me dar conta do quanto é importante o que eu sei, quero e posso. Passei muio tempo dando prioridade a todos ao meu redor. Daqui pra frente meu olhar obedece a uma nova perspectiva, pois minha palavra de ordem é ALEGRIA.Não quero e não vou viver mais um segundo sem esse ingrediente essencial.. Experimentem e depois de contem o resultado. CatiahoAlc, terça feira 05 de janeiro de 2015

JUSTIFICATIVA PARA TODOS OS LEITORES AMIGOS

JUSTIFICATIVA PARA TODOS OS LEITORES AMIGOS

Eu sempre entre meus sonhos realizados e meus delírios incessantes...

Eu sempre entre meus sonhos realizados e meus delírios incessantes...