Nós somos uma droga. Não um mal incorrigível, mas um ópio, um vendaval. Algo que nos deixa tontos, tira o siso. Algo fora do juízo, da realidade, do normal. Desse jeito eu fico assim, bem confuso, e você; bela dominante, faz de mim um passatempo um carrossel de brincadeira. Beija a minha e a sua própria boca, faz o que você gosta e o que deseja, mas depois, como o fumo mascado há horas, faz cara de nojo e cospe fora. silvioafonso 2012201017:31 ©silvioafonso