Tem vez que eu desando a falar de Einstein, Freud, Marx, Nietzsche, Gandhi e por aí afora. Porém o jogo de sedução que predomina em minha escrita prevalece, principalmente quando falo que o amor que mora em mim, mora em vocês, avizinha-se dos homens e das mulheres. Poucas pessoas têm coragem de atirar-se, de joelhos, aos pés deste sentimento. Isto é privilégio de poucos. Alguns desdenham por não tê-lo pulsando o peito. Comentam como uma fraqueza, uma bobagem e tudo isso por não terem sentido, ainda, a grandeza do amor. Quando são por ele envolvidos, amam como quem se perde, mas só depois de sofrerem com a solidão.