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Minhas Frases preferidas desde sempre:

"A felicidade de um amigo deleita-nos.

Enriquece-nos. Não nos tira nada.

Caso a amizade sofra com isso, é porque (ela a amizade)

não existe."

Jean Cocteau

...

"Saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar."

Rubem Alves

Seres Espelhados Espalhando Sonhos e Delírios como eu

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terça-feira, 11 de maio de 2021

Con Versos Vontades Novas - Con Versa - Canção


 

Eu não queria ter versos novos
Se minhas vontades
Novas não fossem
Mas elas são

Pois  me trazem
Certezas  e encantos
Que antes eu
Não tinha

Nada de mais
Ou de extraordinário
Apenas essa
Paz me conduzindo

Vontades essas
De me permitir mais
De fazer o respeito
Por mim de fato valer

É por ser Poeta
Que valorizo
Esse tempo de fazer valer
As vontades Novas

CatiahoAlc./Reflexod'Alma
0201015/200820181102

CON VERSA

Tenho adiado a hora dessa Con Versa, não por covardia 
mas sim porque ainda  não tenho fechado todos os meus 
argumentos. Mas acordei decidida nessa segunda feira 
dia 10 de maio a pelo menos dar início. Vamos lá.
Ando impaciente, aliás como tantos de vocês que por 
aqui passam os olhos; essa situação de pandemia está
se arrastando mais do que devia. Na verdade mais parece
um estado que veio para ficar até conseguirmos olhar em 
um espelho e vermos uma quantidade abissal
de ELEFANTES amarrados por finos barbantes.
Não entendam que eu disse que o vírus não é real
ou não é letal e covarde. Porque é sim. 
Mas estamos cansados de ficarmos presos
enquanto: os governos, as indústrias farmacêuticas, 
os demagogos e os que se favorecem do caus,
FINGEM que se importam. 
É muito triste ver pequenas empresas 
e pequenos comerciantes quebrando dia após dia,
mesmo sendo eles que empregam muito mais
pessoas que os maiores.
Mais triste ainda é saber da quantidade de mortos
se somando quase que infinitamente.
Sem contar nas pessoas se distanciando da realidade
por serem obrigados a viverem acuados pelo
pavor e o medo.
Essa conversa NÃO É importante, ela NÃO 
resolve nada, mas pelo menos me proporciona dizer
abertamente que haverá um momento de nos
libertarmos dessas amarras de fio de barbante.
Pois nascemos para usufruir da liberdade
de viver nossos dias com paz e dignidade.
É muito tempo vivendo cativos: 1 ano de 3 meses!
É muito tempo só contando mortos.
É muito tempo de descaso.
É muito tempo sustentando um falso estado de esperancismo.
Há o que fazer? Não não há.
Pois viver um dia de cada vez é o que nos cabe.
Escrever também não resolve nada, mas nos alivia a alma
e me acalma quando consigo pelo menos expor 
que: não estou de olhos fechados para a realidade
e muito menos que estou conformada.
Desculpem Amigosleitores, 
mas eu precisava desse ConVersar.
CatiahoAlc./Reflexod'Alma

CANÇÃO É 
COM GONZAGUINHA

   É
A gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor
A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade
É
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Pra passar a mão nela
É
A gente quer viver pleno direito
A gente quer viver todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
É é é é é é é é
É
A gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor
A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade
É
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Pra passar a mão nela
É
A gente quer viver pleno direito
A gente quer viver todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
 
Compositores: Luis Gonzaga


sábado, 8 de maio de 2021

Parabéns a todas a Mães do Universo Bloguer

Eu poderia escrever sobre a relevância ou não dessa data; mas não vou.
Poderia discorrer sobre o ser ou não ser mãe; mas não vou. 
Poderia escrever sobre minha experiência de filha e de mãe, mas não vou.
Mas vou deixar que poetas de minha admiração e respeito falem  por mim. Peço que leiam com carinho a última poesia da seguência que são os versos de Florbela Espanca, 
uma mulher que fala  de amor como expressão; 
mesmo não tendo tido a possibilidade de realização como mãe.
Parabéns a Todas as Mães do Universo Bloger 
e as Mães de suas Famílias.
Poesias

MÃE...
São três letras apenas,
As desse nome bendito:
Três letrinhas, nada mais...
E nelas cabe o infinito
E palavra tão pequena
Confessam mesmo os ateus
És do tamanho do céu
E apenas menor do que Deus!

Mario Quintana

§

MATER
Tu, grande Mãe!… do amor de teus filhos escrava,
Para teus filhos és, no caminho da vida,
Como a faixa de luz que o povo hebreu guiava
À longe Terra Prometida.

Jorra de teu olhar um rio luminoso.
Pois, para batizar essas almas em flor,
Deixas cascatear desse olhar carinhoso
Todo o Jordão do teu amor.

E espalham tanto brilho as asas infinitas
Que expandes sobre os teus, carinhosas e belas,
Que o seu grande clarão sobe, quando as agitas,
E vai perder-se entre as estrelas.

E eles, pelos degraus da luz ampla e sagrada,
Fogem da humana dor, fogem do humano pó,
E, à procura de Deus, vão subindo essa escada,
Que é como a escada de Jacó.
– Olavo Bilac, de ‘Alma Inquieta’ (1888), em “Poesias”. Olavo Bilac. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1978.

§


LAMENTO DA MÃE ORFÃ
Foge por dentro da noite
reaprende a ter pés e a caminhar,
descruza os dedos, dilata a narina à brisa dos ciprestes,
corre entre a luz e os mármores,
vem ver-me,
entra invisível nesta casa, e a tua boca
de novo à arquitetura das palavras
habitua,
e teus olhos à dimensão e aos costumes dos vivos!

Vem para perto, nem que já estejas desmanchando
em fermentos do chão, desfigurado e decomposto!
Não te envergonhes do teu cheiro subterrâneo,
dos vermes que não podes sacudir de tuas pálpebras,
da umidade que penteia teus finos, frios cabelos
cariciosos.

Vem como estás, metade gente, metade universo,
com dedos e raízes, ossos e vento, e as tuas veias
a caminho do oceano, inchadas, sentindo a inquietação das marés.

Não venhas para ficar, mas para levar-me, como outrora também te trouxe,
porque hoje és dono do caminho,
és meu guia, meu guarda, meu pai, meu filho, meu amor!

Conduze-me aonde quiseres, ao que conheces, – em teu braço
recebe-me, e caminhemos, forasteiros de mãos dadas,
arrastando pedaços de nossa vida em nossa morte,
aprendendo a linguagem desses lugares, procurando os senhores
e as suas leis,
mirando a paisagem que começa do outro lado de nossos cadáveres,
estudando outra vez nosso princípio, em nosso fim.
– Cecília Meireles, em “Mar absoluto e outros poemas”. São Paulo: Global editora, 2015.

§

MINHA MÃE
Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Tenho medo da vida, minha mãe.
Canta a doce cantiga que cantavas
Quando eu corria doido ao teu regaço
Com medo dos fantasmas do telhado.
Nina o meu sono cheio de inquietude
Batendo de levinho no meu braço
Que estou com muito medo, minha mãe.
Repousa a luz amiga dos teus olhos
Nos meus olhos sem luz e sem repouso
Dize à dor que me espera eternamente
Para ir embora. Expulsa a angústia imensa
Do meu ser que não quer e que não pode
Dá-me um beijo na fronte dolorida
Que ela arde de febre, minha mãe.

Aninha-me em teu colo como outrora
Dize-me bem baixo assim: — Filho, não temas
Dorme em sossego, que tua mãe não dorme.
Dorme. Os que de há muito te esperavam
Cansados já se foram para longe.
Perto de ti está tua mãezinha
Teu irmão, que o estudo adormeceu
Tuas irmãs pisando de levinho
Para não despertar o sono teu.
Dorme, meu filho, dorme no meu peito
Sonha a felicidade. 
Velo eu.

Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Me apavora a renúncia. Dize que eu fique
Dize que eu parta, ó mãe, para a saudade.
Afugenta este espaço que me prende
Afugenta o infinito que me chama
Que eu estou com muito medo, minha mãe.
– Vinicius de Moraes (Rio de Janeiro , 1933). em “O Caminho para a Distância”. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

§

PARA SEMPRE
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
– Carlos Drummond de Andrade, em “Lição de coisas”. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

§

DE JOELHOS
“Bendita seja a Mãe que te gerou.”
Bendito o leite que te fez crescer
Bendito o berço aonde te embalou
A tua ama, pra te adormecer!

Bendita essa canção que acalentou
Da tua vida o doce alvorecer …
Bendita seja a Lua, que inundou
De luz, a Terra, só para te ver …

Benditos sejam todos que te amarem,
As que em volta de ti ajoelharem
Numa grande paixão fervente e louca!

E se mais que eu, um dia, te quiser
Alguém, bendita seja essa Mulher,
Bendito seja o beijo dessa boca!!
– Florbela Espanca, em “Livro de Mágoas”. Lisboa: Editorial Estampa, 2012
120520190092
§

Lindas Canções
Roberto Carlos Lady Laura

Emicida em Mãe

Ana Vilena em Versão do Trem Bala para o dia das Mães

.

Ei!

O que estou escrevendo aqui NÃO É PESSOAL E NÃO SE

REFERE A NINGUÉM DA VIDA VIRTUAL E SIM DOS MEUS VIZINHOS

DE BAIRRO, OK?

Escrevo aqui para me expressar somente. Penso que estamos vivendo mais um dia e que devemos ser gratos a Deus e aproveitarmos todo aprendizado que esse dia nos trouxer. Devemos: usar máscara, mesmo os já vacinados , usar álcool gel, lavar as mãos ao chegarmos da rua, deixarmos os sapatos do lado de fora até serem limpos, evitarmos contato físico com pessoas que não vivem no mesmo recinto, evitar viajar (sem ser necessário) viajar a lazer nem pensar, não é hora de lazer, ainda que secos para tal estejamos. Eu ando com muita saudade dos meus amigosafilhados, das minhas irmãs e meu cunhado e de ver minha casa no RJ que está fechada desde janeiro de 2020, quando lá estive. Uma coisa tem me chamado muito a atenção: Parece que já terem sido contaminados e terem sobrevivido e a possibilidade da vacina, já deu a algumas muitas pessoas a ideia de estarem totalmente livres de contaminação, bem como os que já tomaram a vacina e passaram a ficar descuidados. Isso me preocupa muito. Estou reclusa em casa com meu marido e filho caçula há mais de 1 ano, vejo muito pouco meu filho mais velho, esposa e filhas que moram na cidade vizinha. Detesto não me sentir livre para ir e vir e mesmo para caminhar na orla que fica ha 3 ruas da minha casa. Vamos resistir mais um pouco, vamos preservar nossa saúde física e mental o mais que pudermos. Por hoje é o que eu penso; caso entendam que eu esteja errada: me perdoem. Bjins de bons dias a todos. CatiahoAlc.

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