Eu gosto do simples,
mas não abro mão do raro.
Gosto de sentar-me na raiz do cajueiro
e olhar o sol por entre as folhas.
Ter a mão da mulher amada,
suave, em minha nuca e os seus doces lábios
beijando o meu rosto.
Gosto de sussurros sem palavras
que arrepiam o corpo e o cheiro do mar
prenunciando a sua vinda.
Prefiro o simples,
ao raro livro de gramática
aonde eu tenho que decorar as regras
pra mostrar que sei...
CANÇÃO DE UMA ITAPOÃ
TOM, VINÍCIOS, TOQUINHO E MIUCHA
TARDE EM ITAPOÃ
IMAGENS DE OUTRA ITAPOÃ







