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Mostrando postagens com o rótulo CatiahoAlc./Espelhando/João Almeida/2020

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Texto número 13

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Diário de bordo do Capitão John, do dia 14 de Maio de 2019. Aqui é o ponto de contato de onde se emite o sinal pirata para dentro da Matrix. A matriz energética a que todos nós estamos ligados, que flui em todo universo, o intento, a que todos nós estamos ligados, que interliga tudo o que há. Eu Sou Morpheus, conhecido há muito também pelo filme Matrix. Ganhei esse apelido porque através do sonhar, conheço pessoas que vivem apenas no mundo virtual, sonhando com essas pessoas e revelando coisas que nem elas mesmas sabiam sobre elas mesmas... Rsrsrs... O navio do intento é a minha nave, na qual eu e um grupo de amigos de longa data, pensamos e navegamos no escuro mar da consciência. Eu também sou John, mas nunca fui um chefe, um Capitão, nada disso. Isso foi uma brincadeira de um dos meus amigos, Arpelau, que me chamava de Capitão John. Também conhecido por um livro que escrevi, chamado, O navio do intento. Que escrevi como João Almeida. Vivi algumas aventuras com meus compa...

Texto número 11.

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  Fazendo a história pessoal. Navio do Intento, 12 de janeiro de 2019. A história do navio do intento, começou no Orkut. Numa comunidade do Carlos Castaneda. Havia, na época, um moderador chamado Claus. Que depois veio a ser Flauss. Ele estava totalmente focado no conhecimento e foi apagando posts que ele considerava nada haver. Então, tive a ideia de criar um tópico chamado, O Navio do intento. Este tópico ele não apagou. Vou lembrar alguns nomes que comentavam lá. Adaga. Bucaneiro. Corsária. Fuzarca. Claus. (Flauss). Ana Karina Silvestre. Ana Lívia. Chico. Ras Renato Machado. Dil. Enio. Carlão. Marco Espreita. Tori. Camaleônimo. E tantos e tantos que passaram por aquele recanto virtual do universo. De lá criaram uma música, chamada, O Navio do intento. Da banda de São Francisco Xavier, Fungos Cubenses. Eu escrevi um livro chamado, O Navio do intento. O nosso foco sempre foi o fundamentalismo Nagualista donjuanista em sua pure...

Texto número 10.

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Diário de bordo do Navegante desconhecido, do dia 04 de janeiro de 2019. O velho pirata finalmente, depois de uma tempestade, pôde descansar um pouco. Um segundo de paz em meio a turbulência de um coração endurecido por ter perdido parte da tripulação da náu. Havia um reverendo, que cumprindo uma missão de capitão John foi buscar um certo ovo. Para isso. Aproveitou que os botes estavam todos abastecidos e partiu com uma parte da tripulação. Capitão John gritava no convés... Com mil raios! CONVIVÊNCIA  MÚSICA CELTA IMAGENS  IMAGENS DE UM LUGAR QUE O AUTOR JOÃO ALMEIDA APRECIA E FAZ SEU RITUAL PERIODICAMENTE.  PARQUE PEDRA DA CEBOLA/ES/BRASIL VINTE MINUTOS DO  BAIRRO QUE MORO OBRA DA ARTISTA CAPIXABA ÂNGELA GOMES QUE TEM LIVRO LANÇADO SOB MINHA ASSESSORIA

Texto número 9.

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  Diário de bordo do navegante desconhecido, do dia 01 de janeiro de 2019. Aquele que não pode se perder na amplidão do mistério de ser... Ser o que for... Uma formiga ou uma estrela na imensidão... Tudo é transitório, impermanente... Um sopro no tempo... Depois de incontáveis tempestades finalmente o navegante desconhecido navega no mar, que podemos descrever também como nagual, segundo círculo de poder, desconhecido... A Ilha perceptiva que nos prende a uma ideia de realidade, chamamos Ilha do tonal. Ao desconhecido aventuroso, chamamos nagual... Como uma pequena embarcação saímos da Ilha do tonal e navegamos nos mares perceptivos, do desconhecido nagual... Transitar, navegar no nagual é sempre uma grande aventura... Esta aventura alimenta a magia, a criatividade, as bruxas e bruxos se renovam, se alimentam do fluxo gerado por entrarmos no nagual. Para isso, precisamos desalojar o ponto perceptivo do Porto em que está ancorado, ele é como qualquer out...

Texto número 8.

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Eu criei um outro personagem no Navio do Intento. Se chama, navegante desconhecido. Dois de dezembro de 2018. Escrevendo sem hora... Sem local. Sem data. Sem marco ou sinal. Hoje se completou mais um ciclo, no ciclo de confinamento voluntário que escolhi fazer em tentativa de reagir a um certo momento, em que quase perdi minha vida. Pelo meu treinamento estava e estou preparado para morrer a qualquer momento. Os poderes que regem, governam, o destino humano, e de todas as coisas vivas, pondera e flui sobriamente sobre todas essas coisas. De forma, que não há garantias de que iremos viver um minuto a mais sequer. Essa conscientização, faz com que tenhamos o pleno entendimento de que não temos tempo. Não temos certeza de nada. Vivemos num universo predador. Temos que aprender a dizer - Que seja! Não temos nada a perder. Temos tudo a ganhar. A ideia de nossa morte pendente, ao invés de nos deixar mortalmente doentes, nos dá o impulso necessário para viverm...