MOLHANDO AS CALÇAS
Eu estava tão apertado que arriei às calças, peguei o bicho pelo pescoço e corri para o banheiro para não molhar fora do vaso. Àquelas horas a empregada já devia estar longe por isso adentrei a casa com as calças arriadas e o bicho, bem preso, na mão. Mas eu estava muito enganado porque Teresa, que já devia estar em casa, estava sentada onde eu ia urinar. Teresa era exigente quanto a horário. Chegava e saía, sempre, na hora combinada. Era mulher de respeito e, segundo a filha me disse, não conheceu outro homem além do marido e como só tinha ela por filha, nunca ficou sabendo se o marido era bem ou mal dotado, mas quando me viu lutando com aquilo que eu mantinha preso na mão a mulher deu um grito. Grito esse que me assustou e se eu não sou rápido e giro o esguicho para outro lado a teria molhado inteirinha. – Porra, Teresa! – gritei. – Olha o que você fez, criatura! Teresa ...