Era bonito e muito bem instalado o consultório da psicanalista Vilma de quem me tornei paciente. Ela era bonita, seios comportados, pernas bonitas e bem acabadas como se eu pudesse envolver-me com ela ou ela comigo. Enfim, um banquete para gostos finos e talvez por isso o meu amigo a tivesse indicado e logo para mim que não via mulher há muito tempo por conta da bagunça que a minha vida era naquele momento. Após contar a minha história ela, muito à vontade, foi logo dizendo: — Os fantasmas, dos quais você fala, não existem... São coisas da imaginação, da sua cabeça, como se costuma dizer, mas não se assuste que logo isso passa. — Mas, e as correntes, doutora? Quem as, arrasta quando a luz apaga e eu deito-me para dormir? Eu falava e ela anotava numa prancheta e quando não anotava ficava me olhando com aqueles olhos verde hortelã por ...