Série Passando a Limpo Fases&Situações Com Frase - Com Versos Poemas são... Com CanÇão Moska e Lenine - ConTexto silvioafonso em A FORÇA DO GRUPO
Poemas são...
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Poemas
são
como
sentimentos...
sentimentos...
Vem
e da
mesma
forma
vão.
Mas
sempre
deixando
marcasem
quem
se
atem
a
eles...
CatiahôAlc.
Copyright©CatiahoAlc.fragmentosdeluaflor
Com Canção
Eu tenho uma ligação consistente
com esse maravilhoso interprete
que quando conheci o trabalho, atendia
por Paulinho Moska, e hoje por Moska.
Na semana passada meu filho caçula
trabalhou em show com a Band
Pequeno Ciddão no Teatro da Caixa
no centro do Rio, e foi lá que assisti
a um dos muitos show desse artista.
Lembro dele passando por n´so na fila.
Lembro que nessa noite choveu
muito e a energia eletrica acabou por
um tempo e ele dispensou os músicos
e tocou violão pra plateia até a energia
voltar e foi lindo. Lembro também que
o filho dele inda menino, tinha uns 5 anos,
no início do show, antes da energia acabr,
fez um escandalo na plateia, chorando e
esperneando... Hoje aquele menino se tornou
um lindo músico e ator da Globo, eu acho.
Nessa canção temos o Moska e Lenine,
que também amo ouvir.
Tá relampeando, cadê neném?
A FORÇA DO GRUPO
A aula já tinha começado, mas a cadeira lá do fundo continuava vazia. Como aquele aluno sempre se atrasava, a professora de Sociologia resolveu aproveitar e dar uma lição prática à turma. Foi até a frente da sala, levantou uma cartolina bem verde e propôs um trato:
— Pessoal, quando o atrasado chegar, vou perguntar que cor vocês estão vendo. Todo mundo vai responder, com a maior naturalidade do mundo, que é vermelha. Combinado? A classe achou graça, aceitando na hora o desafio.
Pouco depois, a porta se abriu. O rapaz entrou apressado, pediu desculpas e sentou correndo, ainda meio perdido.
A professora não perdeu tempo e começou o teatro. Segurou o papel verde e foi apontando:
— Kátia, que cor é essa?
— Vermelha, professora — respondeu a aluna, sem piscar.
— Flávio, e para você?
— Vermelha.
O coitado do atrasadinho arregalou os olhos. Olhava para a cartolina, que era de um verde vibrante, olhava para os lados e não entendia nada. A cabeça entrou em curto-circuito. Ficou quietinho, no maior silêncio, morrendo de medo de falar a verdade e passar vergonha diante da turma.
Aí a professora foi até a mesa dele, estendeu o papel verde e fez a pergunta fatal:
— E você? Que cor está vendo aqui?
A sala inteira prendeu a respiração. O rapaz engoliu em seco. Seus olhos viam uma coisa, mas trinta pessoas afirmavam outra. Como chegara atrasado e estava por fora do assunto, a segurança dele sumiu. E ele cedeu:
— É... vermelha — murmurou, preferindo concordar com a maioria.
Essa história mostra direitinho o que acontece na vida real. Quando a pessoa vive desinformada, chega atrasada nos acontecimentos ou não corre atrás da verdade, ela perde o fio da meada. Sem uma base firme, o indivíduo fica vulnerável. E, só para não ser excluído ou tachado de maluco, acaba engolindo o que dizem e repetindo absurdos, mesmo sabendo, lá no fundo, que a cartolina nunca deixou de ser verde.
-silvioafonso-


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Saludos.