CÉU

CÉU

Olho o manto celeste nas alturas;
Que formosura aquele céu anil;
Anjos devem pairar nas esculturas
Brancas das nuvens límpidas de abril;

Meu sorriso derrama cores puras;
Minha alma descansa entre flores mil…
Onde os zéfiros cheios de frescuras
Brincam contentes na tarde febril;

Os meus olhos mergulham neste azul…
E tudo que sinto em mim é amor;
É algo indescritível numa cor;

E este azul me carrega para o sul
Num sopro tão sereno… numa brisa

Que corre meu corpo e me suaviza;

Comentários

Patrícia Pinna disse…
Boa tarde. Poesia linda do Samuel. Cada vez que leio um trabalho seu, fico mais maravilhada com a sua sensibilidade!
Que delicadeza e facilidade para escrever!
Parabéns!
Versos realmente lindos!
Beijos na alma e tudo de bom!
Samuel Balbinot disse…
Obrigado Patricia.. primeiro a gente lapida a nossa própria alma, quando ela esta lapidada temos de fazer ela brilhar.. bjs e sempre grato pelas tuas palavras
são muito bem vindas sempre
Muito lindo,Samuel.Uma pérola!

Você é parente da Catia?

Obrigada pela visita e lindo domingo

Bjs

Donetzka
Samuel Balbinot disse…
Não Donetzka.. somos amigos desde que existia o site poetas mortos.. que acabou saindo do ar.. ela sempre tão querida então estamos juntos nesta caminhada.. bjs
Nathalia Musa disse…
Que lindo! Adorei!

beijos,

eilan

borderline-girl.blogspot.com
Nádia Santos disse…
Samuel tu encanta com teus sonetos. Meu céu não anda muito azul, mais espero que as nuvens escuras logo vão embora. Um carinhoso beijo.

=> Gritos da alma
=> Meus contos
=> Só quadras
Nádia Santos disse…
Realmente teu sorriso é um arco-íris... lindo!