Série Passando a Limpo Fases&Situações 2026 em ConVersa Eu falo SIM - ComConto Deixando ver-se... - Com CanÇão Osvaldo Montenegro Metade - Com Frase
ConVersa Eu falo SIM
Estou escrevendo e interagindo em Blogs desde 2007. Comecei compartilhando Poesia de poetas brasileiros que fazem parte da minha formação como leitora, depois segui publicando Poesias minhas. Nessa linha de tempo visitei muitos Blogs, comentei muitas publicações, recebi muitas visitas e comentários. Conquistei muitos colegas e reconheci alguns amigos, alguns já partiram como Olavo e a ....., por exemplo.
Outros simplesmente foram embora a minha lista, enquanto outros poucos estão firmes na minha vida ora da Internet como o Toni Lima e a Academia de Tijucas que conheço desde antes de 2006, via orkut e via livros ele que baixei
em PDF com muito sacrifício. Da Vida na Internet em Blogs e na Vida Real e literária
o 1º leitor, depois cliente de assessoria editorial
e só depois amigo que permanece é o silvioafonso. Aqui na linha de Blogs, ele é mesmo o pioneiro na minha história. Desde sempre e ainda hoje sinaliza: -Moça Você fala demais da sua vida pessoal. Cuidado!
E eu, ouço. arrumo o que precisar se arrumado
e sigo Falando/Escrevendo do mesmo jeito.
O que meu amigos mais chegado que irmão não identificou até hoje que é exatamente nessa exposição é que está o refletir da minha escrita.
Antes da vida que tenho desde 2006, eu escrevia poesias inspirada na esperança que eu sempre tive de dias melhores, então minha poesia encontra seres que se identificam com as narrativas poéticas. O que muito me alegra porque 90% da minha escrita não é baseada histórias de, em ou nos outros.
Escrevo como vejo a vida acontecendo.
Não escrevo só se estou triste ou alegre.
Escrevo o que me vai na alma. Uma vez mostrei um texto pro Lê, e ele perguntou como escrevo meus textos. Eu disse a ele que não costumo responder a esse questionamento, mas ia abrir uma exceção e responder a ele. E disse que
escrevi aquele texto sentada nas areias da
praia de Itapoã/VilaVelha/ES, onde vivo,
as 4 horas de uma linda tarde de verão, e escrevi enquanto gente passava, caminhava e corria bem ali na frente ou atrás de mim, apenas escrevi a caneta e só... E ele disse ser extraordinário eu conseguir esse tom de texto naquele ambiente. Mas eu ja disse aqui que consigo. Escrever é meu fôlego, meu respiro e minha salvação.
Por isso FALO SIM, de situações que passaram
passam e passarão por minha vida, pois se serviu de apoio para uma só pessoa que seja, creio que sempre servirá para alguém e até mesmo para mim; não para exemplo a ser seguido, mas como um Espelho, Placa ou uma Seta que sem pretenção aponte soluções possíveis. Afinal esse é o nome do Blog:
Espelhando e Espalhando Amigos.
Meu exemplo não serve para ninguém e nem
para nada; mas as situações pré vistas, sim ou como diz o perspicaz e experiente jornalista silvioafonso numa metáfora boa: "
*Moça, lembra sempre de deixar espaço na janela pro gato passar*"; e entendo assim:
dar tempo pra oxigenar o celebro e encontrar possíveis soluções.
Quanto ao título Falo SIM, não é rebeldia ou resposta alguma, é apenas um título resultado de um ótimo argumento para uma Boa ConVersa e se cito o nome de 3 pessoas queridas, é porque elas me dão espaço e permitem que eu assim o faça.
Desejo bons dias pra quem por aqui passar os olhos, por aqui por Pasargada/ES, seguimos com chuvinha boa e contínua.
Bjins e Abraço em Todos.
CatiahôAlc.
Deixando ver-se
Dia frio, tarde chuvosa,
solidão batendo á porta...
Cachecol verde enrolado no pescoço.
Pés descalços.
Janela de vidros fechados
porém a cortina de renda presa
ao canto deixa à vista todo espaço
que bem iluminado
mostra o corpo exposto e o cachecol
cobrindo pescoço
caía até os joelhos,
caía até os joelhos,
ora cobrindo o umbigo
ora cobrindo um seio,
ora cobrindo o meio.
Ela de pernas sobre a cadeira
entretida
entretida
seu livro lia.
Ria e as vezes chorava.
Era como se o texto sua emoção
regesse.
Estar só as vezes era bom
pois sem cuidados as pernas abria.
Tomava algo numa taça
que de certo era bom o que bebia.
que de certo era bom o que bebia.
Quando só sentia-se, pela janela
o olhar comprido dirigia
e por instantes, as vezes em minutos
se perdia.
Mas logo um gole bebia e a leitura
o olhar dela recebia.
Não sabia a moça vestida só de
cachecol e melancolia
que ali logo a sua frente
pela mesma janela
outros olhos era a ela que lia.
Deleitava-se com sem modos de
mover,
deliciava-se com a nudez da entre
pernas
apoiadas sobre a cadeira,
apoiadas sobre a cadeira,
era verde o cachecol,
disso certeza tinha.
Os cabelos negros reluzia,
a pele porém parecia macia,
mas mesmo sozinha
percebia que algo sozinha dizia.
Achou a boca bonita, certamente
se perto a beijaria.
A claridade de dentro deixava que
mais o ser da Moça visse;
viu-lhe o contorno dos seios
dos bicos a cor o seduzia.
Cada um de sua janela seu
momento viveu,
ela completamente envolvida no
que lia,
o olhar pra fora sempre
o olhar pra fora sempre
estendia...
Ele satisfez suas vontades
usando só a imaginação
até que a noite entrou,
ele dormiu de cansaço...
Ela mais no cachecol se emaranhou
e num cobertor se escondeu;
Dessa forma em sintonia,
cada um adormeceu
cada um adormeceu
sem do outro saber a intenção.
Trocando impressões
de janela a janela
o mundo é visto assim:
Uns olham e nada veem;
enquanto outros
o prazer da vista tem.
o prazer da vista tem.
CatiahoAlc./Reflexod'Alma
02512105012
02512105012
Toda
circunstância com
Osvaldo Montenegro
fica linda e possível
Metade



Comentários
La poesía me pareció fantástica y con un final muy aleccionador.
Saludos.