AMOR À BEIRA DO ABISMO Não sonhei com o xintoísmo No sonho via-me e intuía Amor à beira do abismo Os sonhos podem iludir, Iludir de fascinação e lirismo No meu mundo dos sonhos aconteceu Num repente, desapareceu o abismo Apareceu-me uma linda amazona Pareceu realismo O meu coração, descompassado bateu Oh! Mundo de sonho e de idealismo! Ao mesmo tempo um anjo, Uma mulher, envolta numa flor, que altruísmo! Me alou, me elevou à galáxia sereneia Sempre fiéis conduziam-me ao país olianismo Já se vê, os mesmos corcéis! Estacaram num espaço verde, com altruísmo A mesma amazona, ali evoluía O amor voltou a fervilhar com todo o sentimentalismo A mesma flor, num sinal de amor Pareceu acenar, como que a questionar: agora onde vês o abismo? Se te apraz, volta ao teu sonho Fica a amar a linda a amazona, sem lirismo Repara, no verde e na flor Os deuses, te premiaram com um amor, a tua fé no realismo Amar sempre, é vertente! ...