TEATRO DO CAOS
TEATRO
DO CAOS
Poltronas feitas
do couro mais puro;
Palco duma madeira
bruta e fria;
Cortinas bem
bordadas... fantasia
Imaginária...
teatro tão escuro;
Lustres de
cristal... tímido murmuro
Do vento nas
janelas da agonia...
Portas fechadas
para uma alegria
Morta numa
tragédia sem sussurro;
Teatro do caos,
paredes tão geladas;
Luzes mortas nas
frias madrugadas;
Platéia de
fantasmas vacilantes;
Espetáculo de
lágrimas doentes;
Olhares tão
tristonhos e carentes;
Dores profundas e
dilacerantes;
Comentários
Um abraço. Tenhas uma ótima semana.
Poema lindíssimo, forte, capaz. Gostei muito de ler
Fique feliz
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